O AUTO-CONHECIMENTO
 
O principio da sabedoria baseia-se no conhecimento psicológico de nós mesmos
O PODER DO SEXO

Apreender a controlar essa energia maravilhosa do sexo significa fazer-se amo da criação...

LEI DO KARMA

A lei do Karma é aquela lei que ajusta, sábia e inteligentemente, o efeito a sua causa. Todo o bem ou mal que tenhamos feito numa vida virá trazer-nos consequências boas ou más para esta vida ou próximas existências.

QUALIDADE DE VIDA

A humanidade se encontra vivendo tempos difíceis. O homem se esqueceu de "si mesmo", comete erros e suas conseqüências são a dor e as enfermidades.

ESOTERISMO

São Paulo nos diz na Bíblia: “Possuis corpo carnal e corpo espiritual”. Dispomos de práticas para que você mesmo possa ver sair a sua Alma do corpo...

Error message

  • Deprecated function: Function create_function() is deprecated in eval() (line 1 of /home/centroanael/public_html/modules/php/php.module(80) : eval()'d code).
  • Deprecated function: The each() function is deprecated. This message will be suppressed on further calls in _menu_load_objects() (line 579 of /home/centroanael/public_html/includes/menu.inc).
  • Deprecated function: implode(): Passing glue string after array is deprecated. Swap the parameters in drupal_get_feeds() (line 394 of /home/centroanael/public_html/includes/common.inc).
...Caiu morto ao meu lado...

O Director

Colombia

Auto observacion

Uma vez viajava num autocarro Inter-cidades, a viagem era de aproximadamente 7 horas. Saímos às 3 da tarde. Perto das 7 horas da noite chegamos a uma estação de camionagem. Depois da revisão e na altura de iniciar a viagem subiram 3 sujeitos ao autocarro. Ao vê-los entrar me perguntei a mim mesmo por que razão deixam entrar essas pessoas? O motorista apagou as luzes e seguiu caminho. Aos dois minutos ouviu-se um tiro e uma voz que dizia: “Isto é um assalto!”. Um passageiro amigo do condutor, que estava em pé ao meu lado, ao ressoar o disparo se mexeu e o mataram a queima-roupa.

 

Caiu morto ao meu lado. Ligaram as luzes e os três sujeitos com o rosto coberto começaram a roubar aos passageiros. Me pediram o relógio, o anel e a carteira. Lembro-me que ao entregar-lhe a carteira lhe disse num tom amigável: “amigo, lhe agradeço que me devolva os meus documentos”. Ele sacou o dinheiro, me devolveu a carteira e lhe agradeci. Solicitei mentalmente protecção à Divindade para que a situação não passasse disso. Os assaltantes saíram mais adiante e nós chegamos ao nosso destino. Não sofri pela perda do dinheiro, não sofri temor em nenhum momento durante o assalto, apesar das impressões negativas. Não comentei a ninguém o que me tinha acontecido, não me queixei e lhe pedi ao amigo que me hospedou que me prestasse algum dinheiro, pois o tinha deixado em minha casa. Cumpri a minha missão nessa cidade ditando conferências. Senti um pouco de apego pelo relógio que me roubaram e decidi não usar relógio, e assim estive durante três anos.